O BIOATLAS...

  • … Pretende ser um instrumento colectivo ao serviço da melhoria da competitividade dos agentes intervenientes no subsector da biomassa, particularmente das empresas, assim como da sua promoção, identificando zonas de oportunidades e de elevado potencial no território nacional.
  • … Tem por objectivo principal desenvolver um mapa digital integrado que disponibiliza informação georreferenciada sobre as disponibilidades biomássicas agro-florestais, centrais de processamento que integram as cadeias de produção dos vários produtos bioenergéticos nacionais assim como as estimativas dos volumes de produção potencial e respectivos custos operacionais. Serão ainda integrados algoritmos de estimativa de energia e emissões associadas às mesmas cadeias de produção. 
  • São objectivos específicos do BIOTLAS os seguintes:
  • Elencar uma lista de produtos energéticos produzidos a partir de biomassa portuguesa, cuja definição, características, relevância e valor estratégico nacional sejam consensuais entre um grupo de empresas e entidades representativas do subsector da biomassa;
  • Disponibilizar na mesma base de unidade geográfica as disponibilidades de biomassa nacional das componentes agro-florestais assim como as localizações e volumes de biomassa proveniente de aterros e instalações geradoras de resíduos animais passíveis de serem incorporados em produtos energéticos comercializáveis;
  • Oferecer um sistema de informação geográfica, gratuito e de acesso livre que integrará todos elementos nacionais relativos à recolha, tratamento, transporte e valorização dos recursos de biomassa;
  • Possibilitar um instrumento de suporte à decisão de investimentos no subsector da biomassa, através do cálculo ágil de indicadores operacionais, financeiros e ambientais assim como do impacto dos mesmos investimentos ao longo das cadeias de valor e no território espacial;
  • Demonstrar oportunidades de melhoria da eficiência produtiva e oportunidades de revitalização de áreas do território com baixa ou nula produtividade;
  • Consciencializar o sector agrícola para as oportunidades energéticas;
  • Promover o aproveitamento de resíduos agro-florestais para a produção de combustíveis renováveis ou em grande parte renováveis;
  • Dinamizar as redes produtivas, promovendo a interacção entre os seus nódulos e demonstrando os seus níveis de dependência e as vantagens de se associarem em clusters e/ou estratégias de eficiência colectiva;
  • Concentrar a atenção das entidades do subsector para um número reduzido e de elevado impacto de iniciativas e instrumento nacionais.